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Mensagens de Ramatis sobre o """fim dos tempos""".


Temos nesta página mensagens do espírito hindu Ramatís, bastante conhecido e conceituado no meio espírita brasileiro. A primeira parte desta pesquisa é o resumo de uma entre várias de suas obras, o livro Mensagens do Astral, psicografado por Hercílio Maes entre os anos de 1948 e 1949. A segunda parte da pesquisa consta de uma mensagem avulsa, distribuída sob a forma de panfleto nos centros de estudos espiritualistas dedicados à Ramatís.

Coletânea do livro ‘Mensagens do Astral’, de Ramatís.
Esta coletânea reproduz fielmente alguns trechos do livro. Para melhor compreensão e organização deste resumo, estes trechos foram reorganizados por assunto.


O QUE É E COMO OCORRERÁ O ‘FIM DOS TEMPOS’.
“O ‘fim do mundo’ profetizado refere-se tão somente ao fim da humanidade anti-cristã; será uma seleção em que se destaquem os da ‘direita’ e os da ‘esquerda’ do Cristo. Trata-se de promoção da Terra e de sua humanidade; lembra um severo exame que, para os alunos relapsos e ociosos, representa terrível calamidade! Mas de modo algum a vossa morada planetária sairá do rodopio em torno do Sol, onde também constitui importante âncora do sistema. Após a operação cósmica, que lhe será de excelente benefício para a estrutura geofísica, deverá possuir maior equilíbrio, melhor circulação vital-energética na distribuição harmônica das correntes magnéticas, além de oferecer um ambiente psíquico já higienizado.” (pg. 22)

“As épocas de ‘juízo final’, têm também por função ajustar a substância planetária para se tornar melhor habitat e, consequentemente, requerem seleção de almas com melhor padrão, necessário para as sucessivas reencarnações em moradia aperfeiçoada.” (pg. 41)

“A eclosão desses acontecimentos dar-se-á pela presença de um planeta que se move em direção à Terra e cuja aproximação já foi prevista remotamente pelos Engenheiros Siderais. A sua órbita é oblíqua sobre o eixo imaginário do vosso orbe e o seu conteúdo magnético, poderosíssimo, atuará tão fortemente que obrigará, progressivamente, a elevação do eixo terráqueo.
... a influência magnética deste astro far-se-á sentir até que se complete a verticalização da posição Terra. Quando o eixo terráqueo estiver totalmente verticalizado, o planeta intruso já se terá distanciado do vosso orbe.” (pg. 35 e 36)

AS ÁREAS MENOS AFETADAS.
“RAMATÍS: - As civilizações mais importantes, no próximo milênio, constituir-se-ão nas zonas menos atingidas pelas catástrofes profetizadas para o fim do mundo. Algumas florescerão exatamente nas regiões onde atualmente se encontram os pólos congelados, conforme já anunciamos, a fim de ser aproveitada a exuberância das reservas que surgirão à luz do dia e que se acham debaixo das camadas regeladas. Nem todos os países e agrupamentos serão atingidos catastroficamente pelas comoções geológicas, submersões de faixas litorâneas e pelas inundações inevitáveis, porquanto a elevação do eixo se processará gradativamente. No plano traçado pela engenharia sideral já foram assinaladas as coletividades que devem permanecer como sustentáculos das tradições morais, históricas e iniciáticas, a fim de servirem de base lógica e sensata para o desenvolvimento disciplinado da civilização futura.” (pg. 294)

A GUERRA.
“RAMATÍS: - Quando se fizer a conjunção dos efeitos do astro intruso com os efeitos da loucura humana, no mau emprego da desintegração atômica, a terra será abrasada.” (pg. 219)

“Até o final deste século, libertar-se-ão da matéria dois terços da humanidade, através de comoções sísmicas, inundações, maremotos, furacões, terremotos, catástrofes, hecatombes, guerras e epidemias estranhas. O conflito entre o continente asiático e o europeu, já mentalmente delineado entre os homens para a segunda metade do século, com a cogitação do emprego de raios incendiários e da arma atômica, comprovará a profecia de São João, quando vos adverte de que o mundo será destruído pelo fogo e não mais pela água.
Em virtude dos cientistas não poderem prever com absoluto êxito os efeitos de vários tipos de energias destrutivas, que serão experimentadas para serem empregadas na hecatombe final, mesmo no período de Paz e com o mundo exausto, surgirão estranhas epidemias, deformando, diluindo e perturbando os genes formativos de muitas criaturas, do que resultarão sofrimentos para as próprias gestantes!” (pg. 189 e 190).
MENSAGENS FINAIS.
“RAMATÍS: - ... , as almas trazem impressas em sua retina espiritual as recordações dos acontecimentos dolorosos que já viveram de modo catastrófico e, além disso, recebem instruções, no Espaço, sobre aquilo que está para acontecer. Todos vós estais devidamente avisados dos próximos eventos dos ‘tempos chegados’; conheceis, no subjetivismo de vossas almas, a sequência dos fatos que se desenrolarão sobre a crosta do vosso orbe. ...” (pg. 34 e 35)

“Não vos impressioneis, portanto, e aguardai, na rotina comum de vossas vidas, o dia em que o Alto vos pedirá provas de amor, de bondade e de perdão! ... Em qualquer ‘fim do mundo’ que ocorrer durante vossas existências espirituais, a vossa libertação só será encontrada na vossa absoluta integração nos postulados do Evangelho do Cristo!” (pg. 38)

“... , embora nos preocupemos com a sequência dos próximos eventos trágicos, procurando explicá-los de modo compreensível às vossas mentes, cogitamos mais seriamente do conteúdo crístico do que mesmo do fenômeno astronômico, pois só o primeiro é que poderá diplomar-vos para as academias superiores do Espírito.” (pg. 178)


fonte: http://www.jluciano.eti.br
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A visão de um mestre de outra dimensão sobre o vegetarianismo.


VALE A PENA LER!

Fragmentos do Livro Fisiologia da Alma, ditado pelo grande espírito Ramatis, nestas passagens ele dicerta a respeito do hábito humano aparentemente inocente de se alimentar de carne.
O Livro é com certeza uma das melhoras obras psicografadas que ja lí até o momento, pois Ramatis além de ser um grande sábio da antiguidade aborda os temas de forma isolade e profunda, analizando-os dos pontos de vista psicológicos, espirituais e cintíficos.
Além de abordar o vegetarianismo que é o primeiro capitulo do livro, Ramatis também descreve oque está por tras dos seguintes assuntos:
-A alimentação carnívora e o vegetarianismo
-O vício de fumar e suas conseqüências futuras
-O vício do álcool e suas conseqüências
-A saúde e a enfermidade
-A evolução da homeopatia
-A terapêutica homeopática
-O tipo do enfermo e o efeito medicamentoso
-A homeopatia e a alopatia
-As dinamizações homeopáticas
-A homeopatia, a fé e a sugestão
-A homeopatia — precauções e regime dietético
-A medicina e o espiritismo
-Considerações gerais sobre o carma
-Os casos teratológicos de idiotismo e imbecilidade
-A ação dos guias espirituais e o carma
-O sectarismo religioso e o carma
-A importância da dor na evolução espiritual
-As moléstias do corpo e a medicina
-A influência do psiquismo nas moléstias digestivas
-Considerações sobre a origem do câncer
-Aspectos do câncer em sua manifestação cármica
-Considerações sobre as pesquisas e profilaxia do câncer
-Motivos da recidiva do câncer
-Considerações sobre a cirurgia e radioterapia no câncer
-A terapêutica dos passes e a cooperação do enfermo
- Motivos do recrudescimento do câncer e sua cura

*Segue o ebook: http://www.scribd.com/doc/7034534/Ramatis-Fisiologia-Da-Alma
*Vídeo que resume a história carmica de Ramatis no planeta Terra : http://www.youtube.com/watch?v=x5tISHbBIhs

PERGUNTA: — Uma vez que os animais e as aves são inconscientes e de fácil proliferação, a sua morte, para nossa alimenta- ção, deve ser considerada crime tão severo, quando se trata de costume que já nasceu com o homem? Cremos que Deus foi quem estabeleceu a vida assim como ela é, e o homem não deve ser culpado por apenas seguir as suas diretrizes tradicionais, cumpria a Deus, na sua Augusta Inteligência, conduziras suas criaturas para outra forma de nutrição independente da carne: não é verdade?
RAMATÍS: — A culpa começa exatamente onde também começa a consciência quando já pode distinguir o justo do injusto e o certo do errado. Deus não condena suas criaturas, nem as pune por seguirem diretrizes tradicionais e que lhes parecem mais certas; não existe, na realidade, nenhuma instituição divina destinada a punir o homem, pois é a sua própria consciência que o acusa, quando desperta e percebe os seus equívocos ante a Lei da Harmonia e da Beleza Cósmica. Já vos dissemos que, quando o selvagem devora o seu irmão, para matar a fome e herdar-lhe as qualidades guerreiras, trata- se de um espírito sem culpa e sem malícia perante a Suprema Lei do Alto. A sua consciência não é capaz de extrair ilações morais ou verificar qual o caráter superior ou inferior da alimentação vegetal ou carnívora. Mas o homem que sabe implorar piedade e clamar por Deus, em suas dores; que distingue a desgraça da ventura; que aprecia o conforto da família e se comove diante da ternura alheia; que derrama lágrimas compungidas diante da tragédia do próximo ou de novelas melodramáticas; que possui sensibilidade psíquica para anotar a beleza da cor, da luz e da alegria; que se horroriza com a guerra e censura o crime, teme a morte, a dor e a desgraça; que distingue o criminoso do santo, o ignorante do sábio, o velho do moço, a saúde da enfermidade, o veneno do bálsamo, a igreja do prostíbulo, o bem do mal, esse homem também há de compreender o equívoco da matança dos pássaros e da multiplicação incessante dos matadouros, charquea- das, frigoríficos e açougues sangrentos. E será um delinqüente perante a Lei de Deus se, depois dessa consciência desperta, ainda persistir no erro que já é condenado no subjetivismo da alma e que desmente um Ideal Superior!

Se o selvagem devora o naco de carne sangrenta do inimigo, o faz atendendo à fome e à idéia de que Tupã quer os seus guerreiros plenos de energias e de heroísmos; mas o civilizado que mata, retalha, coze e usa a sua esclarecida inteligência para melhorar o molho e acertar a pimenta e a cebola sobre as vísceras do irmão menor, vive em contradição com a prescrição da Lei Suprema. De modo algum pode ele alega a ignorância dessa lei, quando a galinha é torcida em seu pescoço e o boi traumatizado no choque da nuca; quando o porco e o carneiro tombam com a garganta dilacerada; quando a malvadez humana ferve os crustáceos vivos, embebeda o peru para “amaciar a carne” ou então satura o suíno de sal para melhorar o chouriço feito de sangue coagulado.
Quantas vezes, enquanto o cabrito doméstico lambe as mãos do seu senhor, a quem se afinizara inocentemente, recebe o infeliz animal a facada traiçoeira nas entranhas, apenas porque é véspera do Natal de Jesus! A vaca se lamenta e lambe o local onde matam o seu bezerro; o cordeiro chora na ocasião de morrer!

Só não matais o rato, o cão, o cavalo ou o papagaio, para as vossas mesas festivas, porque a carne desses seres não se acomoda ao vosso paladar afidalgado; em conseqüência, não é a ventura do animal o que vos importa, mas apenas a ingestão prazenteira que ele vos pode oferecer nas mesas lúgubres.

PERGUNTA: — Devemos considerar-nos em débito perante
Deus, devido à nossa alimentação carnívora, quando apenas
atendemos aos sagrados imperativos naturais da própria vida?

RAMATÍS: — Embora os antropófagos também atendam aos “sagrados imperativos naturais da vida”, nem por isso endossais os seus cruentos festins de carne humana, assim como também não vos regozijais com as suas imundices à guisa de alimentação ou com as suas beberagens repugnantes e produtos da mastigação do milho cru! Do mesmo modo como essa nutrição canibalesca vos causa espanto e horror, também a vossa mórbida alimentação de vísceras e vitualhas sangrentas, ao molho picante, causa terrível impressão de asco às humanidades dos mundos superiores. Essas coletividades se arrepiam em face das descrições dos vossos matadouros, charqueadas, açougues e frigoríficos enodoados com o sangue dos animais e a visão patética de seus cadáveres esquartejados. Entretanto, a antropofagia dos selvagens ainda é bastante inocente, em face do seu apoucado entendimento espiritual; eles devoram o seu prisioneiro de guerra, na cândida ilusão de herdar-lhe as qualidades intrépidas e o seu vigor sanguinário. Mas os civilizados, para atenderem às mesas lautas e fervilhantes de órgãos animais, especializam-se nos caldos epicurísticos e nos requintes culinários, fazendo da necessidade do sustento uma arte enfermiça de prazer. O silvícola oferece o tacape ao seu prisioneiro, para que ele se defenda antes de ser moído por pancadas; depois, rompe-lhe as entranhas e o devora, famélico, exclusivamente sob o imperativo natural de saciar a fome; a vítima é ingerida às pressas, cruamente, mas isso se faz distante de qualquer cálculo de prazer mórbido. O civilizado, no entanto, exige os retalhos cadavéricos do animal na forma de suculentos cozidos ou assados a fogo lento; alega a necessidade de proteína, mas atraiçoa-se pelo requinte do vinagre, da cebola e da pimenta, desculpa-se com o condicionamento biológico dos séculos em que se viciou na nutrição carnívora, mas sustenta a lúgubre indústria das vísceras e das glândulas animais enlatadas; paraninfa a arte dos cardápios da necrofagia pitoresca e promove condecorações para os “mestres- cucas” da culinária animal!

Os frigoríficos modernos que exaltam a vossa “civilização”, construídos sob os últimos requisitos científicos e eletrônicos concebidos pela inteligência humana, multiplicam os seus apare- lhamentos mais eficientes e precisos, com o fito da matança habilmente organizada. Notáveis especialistas e afamados nutrólogos estudam o modo de produzir em massa o “melhor” presunto ou a mais “deliciosa” salsicharia à base de sangue coagulado!


Os capatazes, endurecidos na lide, dão o toque amistoso e fazem o convite traiçoeiro para o animal ingressar na fila da morte; magarefes exímios e curtidos no serviço fúnebre conservam a sua fama pela rapidez com que esfolam o animal ainda quente, nas convulsões da agonia; veterinários competentes examinam minucio- samente a constituição orgânica da vítima e colocam o competente “sadio”, para que o “ilustre civilizado” não sofra as conseqüências patogênicas do assado ou do cozido das vísceras animais!

Turistas, aprendizes e estudantes, quando visitam os colossos modernos que são edificados para a indústria da morte, onde os novos “sansões” guilhotinam em massa o servidor amigo, pasmam-se com os extraordinários recursos da ciência moderna; aqui, os guindastes, sob genial operação mecânica, erguem-se manchados de rubro e despejam sinistras porções de vísceras e rebotalhos palpitantes; ali, aperfeiçoados cutelos, movidos por eficaz aparelhamento elétrico, matam com implacável exatidão matemática, acolá, fervedores, prensas, esfoladeiras, batedeiras e trituradeiras executam a lúgubre sinfonia capaz de arrepiar os velhos caciques, que só devoravam para matar a fome! Em artísticos canais e regos, construídos com os azulejos da exigência fiscal, jorra continuamente o sangue rútilo e generoso do animal sacrificado para a glutonice humana!

Mas o êxito da produção frigorífica ainda melhor se comprova sob genial disposição: elevadores espaçosos erguem-se, implacáveis, sobrecarregados de suínos, e os depositam docemente sobre o limiar de bojudos canos de alumínio, inclinados, na feição de “montanha- russa.” Rapidamente, os suínos são empurrados, em fila, pelo interior dos canos polidos e deslizam velozmente, em grotescas e divertidas oscilações, para mergulharem, vivos, de súbito, nos tanques de água fervente, a fim de se ajustarem à técnica e à sabedoria científica modernas, que assim favorecem a produção do “melhor” presunto da moda!
Quantos suínos precisarão ainda desliza pela tétrica monta-
nha-russa, criação do mórbido gênio humano, para que possais
saborear o vosso “delicioso” presunto no lanche do dia!
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Entre Dimensões...


"Deus disse:

Entras e sais de várias dimensões, mesmo no mundo relativo. Vestes um avental. Tiras o avental. Diriges um carro. Viajas de ônibus. Andas depressa. Andas devagar. Lês uma estória de detetive. Lês uma poesia. Estás entrando e saindo de camadas de dimensões o tempo todo. Entrar em outras dimensões realmente não é nada de novo para ti.

Na pausa entre cada dimensão, entras no Divino. Grande parte da própria vida relativa é divina. Quando sentes alegria, entrastes numa dimensão de alegria. Quando te sentes triste, entraste numa dimensão de tristeza.

Não tens que estar feliz o tempo todo. Fica na dimensão em que estás, mas sabe que podes deixá-la e entrar em outra dimensão à vontade. Digamos que estejas numa dimensão de tristeza. Não precisas ficar aí. Também não precisas fugir daí como se um dragão estivesse te perseguindo. Desfruta da tua tristeza por algum tempo, depois te levanta e vai embora.

Entre cada dimensão do mundo relativo em que entras, existe um profundo silêncio. Gostas de ficar nessas profundezas e às vezes tens consciência de estar lá. Mas na maioria das vezes não estás consciente. Isto também está bem, acredites ou não!

Estás livre até mesmo de teres que ser feliz! Tua vida na Terra realmente não é um capítulo sobre conquistas. Sei que ficarás aliviado ao saberes que não faz mal se não conseguires conquistar tudo! Não precisas conquistar a felicidade a cada momento. De qualquer modo, a felicidade parece não funcionar assim, no mundo relativo. Geralmente a felicidade chega espontaneamente.

É claro que podes sair para te divertires. Podes aproveitar um bom musical. Podes saborear uma xícara de café. Podes assistir um bom filme ou TV. Estas são atividades perfeitamente válidas. Por uns instantes, te divertes e assim te distrais dos teus pensamentos de tristeza.

É óbvio que não te digo para te assentares na tua tristeza, te acomodares nela e permaneceres aí; assim que puderes foge dela! O que te digo é que ela é como uma cadeira em que te sentas. Tens outras cadeiras para te sentares. Levanta-te da Cadeira da Tristeza e toma um outro assento. Não é ruim estar triste. É apenas uma cadeira onde sentas, mas não precisas monopolizar a cadeira em que acontece de estares sentado por alguns instantes. Podes levantar e tentar uma outra cadeira, ou uma outra cama, como Cachinhos Dourados fez [na estória infantil "Cachinhos Dourados e os três ursos"].

Não digas a ti mesmo que nunca deves dormir na Cama da Tristeza. Experimenta… mas só isto. Se estivesses numa loja, experimentarias diversos colchões. Nada de errado nisto. Mas qualquer que fosse o colchão que comprasses, não o conservarias a vida inteira. Nenhum colchão é permanente, querido. Nenhuma cadeira é permanente. Nenhum estado de espírito é permanente.

Entre cada estado de espírito existe uma Cama de Silêncio. Por trás de cada estado de espírito há uma Cama de Silêncio. Podes ficar mais consciente disso. Por baixo da tristeza, encontra-se este rico silêncio. Por baixo de uma grande alegria, encontra-se esse rico silêncio. Por baixo da dor também. Por trás de tudo, existe uma grande extensão de silêncio. Não podes perder, querido.

Existe uma cama onde estás sempre deitado, e esta é a Cama do Silêncio. Ela é totalmente tua. Nós nos deitamos juntos nessa cama, e nunca nos levantamos. Enquanto isso, tu sonhas que vais a uma loja e experimentas outras camas. Eu te acompanho assim mesmo. Mesmo nos teus sonhos e nas tuas ilusões, Eu permaneço ao teu lado.

Eu não te abandono."
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- Morte, Tempo e Amor por Emmanuel

Continuação da Canalização do nosso querido Emmanuel, vale a pena !!

Pergunta: Você mencionou que o tempo não existe, mas, de fato, nós o podemos medir. Como é possível isto? O que é o tempo?

O tempo não existe.
Ele é um acordo.

Antes de encarnar vocês concordaram com as regras dadas pelo Logos, caso contrário vocês não estariam aqui. Isto significa que uma parte da sua consciência está focada nas frequências que criam a ilusão de tempo. Essas frequências são compartilhadas por cada simples consciência individual/ciência no seu planeta, cumprido o acordo coletivo, então manifestando o tempo.

O Criador Infinito deu a todos os Logos Centrais a liberdade/opção de criar acordos coletivos a fim de ajudar vocês no seu processo de evolução.
O tempo é um desses acordos, tal como a gravidade.

A gravidade - como o tempo - não existe.
Seus cientistas podem medi-la, mas ela é simplesmente um acordo coletivo.

Após a morte física, estes são os dois primeiros acordos que vocês não têm mais que honrar, só então vocês entenderão que o Tempo e a Gravidade não existem e vocês darão uma grande gargalhada por causa de todo o conceito do seu Tempo.

Pergunta: Você disse que o Amor Incondicional é a Chave que abrirá todas as portas. Você também disse que o poder de um que está neste estado de consciência contrabalanceia milhares de indivíduos inconscientes. Onde posso encontrar a chave? Quantos da população existente na Terra a encontraram? E quantas pessoas contrabalanceiam cada uma da outras?

O Amor é a chave mestre, mas é uma chave que você não pode ter, ela tem você.

Cerca de 25.000.000 de indivíduos alcançaram o estado consciente de amor incondicional no seu planeta.

Um Indivíduo com este nível de consciência harmoniza por quase 900.000 indivíduos no estado de consciência no nível de "ausência de Amor/Medo".

Pergunta: Você disse que a iluminação acontece quando a consciência humana se funde com a consciência do Eu Superior, como podemos fazer isso? E em que "superior" na hierarquia universal está o nosso Eu Superior?

Superior se refere ao estado de consciência, não à posição em qualquer hierarquia.

A real fusão da sua consciência com a consciência do seu Eu Superior é o pico de iluminação e é o divino conhecimento da suprema verdade da existência.

Mas a iluminação começa muito cedo, com a compreensão simultânea da Compaixão com a Sabedoria. Esta é a alquimia da alma e leva à permanente Alegria.

Alegria é outro nome para iluminação.
Cada momento da existência é uma fonte de Alegria/Iluminação.


Pergunta: O karma realmente existe?

O reino do Karma é onde seu renascimento humano começa.

Antes de encarnar você escolhe quais frequências você deseja viver na sua próxima vida a fim de continuar crescendo como consciência individual. Mas você não pode escolher quaisquer vibrações, mas sim entre um número limitado de opções. Seu registro kármico impõe os limites.

Quanto mais karma orientado ao negativo você traz do passado, menos opções você tem. Por outro lado, quando você vive uma vida com um bom coração, automaticamente expande o número de grupos de frequências que você pode escolher para a sua próxima encarnação.

Veja, ninguém lhe impõe uma decisão, você é totalmente livre perante a opção, mas uma vez que você tenha decidido, a sua própria escolha traz a limitação.

Este é um processo natural que todo ser humano tem que passar antes de encarnar.

Pergunta: Eu vejo coisas ruins acontecendo para as pessoas pelo mundo inteiro, com mais frequência e mais intensidade, e ao mesmo tempo, muitos como você falam de esperança, amor, luz e ascensão. O que está acontecendo!?

A noite fica muito escura antes que ela chegue ao seu fim.

Da mesma forma, eventos negativos chegam com grande força como uma indicação de que logo eles terminarão.

Pergunta: Por que temos que viver tantas vidas antes de voltarmos para a Fonte?

Porque até vocês encontrarem sua verdadeira casa, vocês têm que continuar viajando.

Pergunta: O que é a morte exatamente?

A morte não é nada além do que uma mudança de frequência.

Pergunta: Você disse que todos têm uma razão para estar aqui na Terra nesta época, um dever a cumprir. E se eu não souber minhas razões ou deveres?

Seu único dever é ser feliz.

Sua alma sabe a razão para você estar aqui, olhe para o seu interior.

Vou lhe dar uma dica: Alegria.

A Alegria flui vibrações da mais alta frequência através do seu sistema; ela traz conhecimento que transcende o espaço e o tempo.

A Verdadeira Alegria põe em movimento poderosas forças de amor/energia que cadenciam o entendimento imaginável do aprendizado da terceira densidade.

A Alegria cria sua própria força vida e habilita você a obter todas as respostas no seu interior.

EU SOU Emmanuel

http://www.emmanuelmessages.com
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TERRA

TERRA
Sintonize-se com o que foi perdido, volte no tempo e se coloque como filho da Terra. Não há mais tempo para viver em vão, temos que nos conectar com essa nova vibração em que o planeta está entrando ! Fale do amor, faça o amor, SINTA O AMOR !

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